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quinta-feira, 6 de março de 2014

E a árvores que precisam ser cortadas?

Hoje, o portal Paraná Online, publicou uma matéria sobre uma árvore que, por sua idade avançada, está colocando em risco a comunidade que está localizada a sua volta.
Os moradores já encaminharam pedidos aos Departamentos responsáveis, no entanto, não obtiveram nenhuma ação concreta para a solução do problema. O que nos leva a pensar: por que árvores saudáveis são cortadas todos os dias e aquelas que precisam ser cortadas não recebem atenção?


Confira a reportagem completa abaixo: 



Ipê Amarelo leva pânico para moradores do Guaíra



O Ipê Amarelo localizado em frente ao número 1420 da Rua Rio Grande do Norte, no Guaíra, se tornou motivo de preocupação para os moradores. A árvore foi plantada há 40 anos pelo pai da educadora Rosélis Vanessa Hornig, mas depois de tanto tempo dá sinais de que não deve resistir por muito anos. Rosélis conta que percebeu o problema há cerca de seis meses. “A árvore ficou muito grande. Há uns seis meses ela ficou arcada e começou a rachar.


Percebi quando estava ventando e ela começou a estalar. A árvore está bonita, mas por dentro o tronco está totalmente oco”, diz. “Nossa preocupação é a árvore cair, arrebentar os fios de luz e causar danos e acidentes. Queremos evitar uma tragédia”, afirma.



Desde então Rosélis fez solicitações à Copel e à prefeitura de Curitiba para que o Ipê fosse cortado, mas ainda não conseguiu resolver o problema. “Os Bombeiros disseram que só podem vir quando a árvore cair, a Copel só poda um pouquinho. E se eu cortar posso receber uma multa, então não podemos tomar as nossas providências”, reclama a educadora, que ainda acredita que, se morasse em outro bairro, a solução seria mais rápida. “Dá impressão de que está havendo um descaso. Se fosse no Batel ou no Ecoville funcionaria direito”.



Previsto

A assessoria de imprensa da Secretaria Municipal do Meio Ambiente informou que o protocolo mais recente, do dia 25 de fevereiro, foi registrado e está na fila para análise. A pasta tem o prazo de 30 dias para analisar a situação e dar um retorno a Rosélis. A Copel afirmou que dará hoje um retorno sobre a situação.

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