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sexta-feira, 28 de março de 2014

Árvore do Minhocão “muda de humor” de acordo com a poluição do ar

Para marcar a Semana Nacional da Conscientização sobre as Mudanças Climáticas, que começou no dia 16 de março, o projeto "Árvore que Sente", da ONG IPÊ, projetou sete vídeos em 3D em árvores do entorno no elevado Presidente Costa e Silva, conhecido como Minhocão, no centro de São Paulo. A ideia era criar expressões faciais nas árvores de acordo com os índices de poluição no local, fornecidos pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).

Se a qualidade do ar está boa ela sorri, se estiver ruim ela fica triste.






sexta-feira, 7 de março de 2014

Homem cria “calçada ecológica” e salva árvores em Piracicaba

Restaurador de móveis buscou preservar sete tipuanas em frente à casa. Área era de pedregulhos, mas a Prefeitura o obrigou a cimentar o local.


O restaurador de móveis Nestor Carlos dos Santos Filho, de 57 anos, desenvolveu uma "calçada ecológica" de 55 metros em frente da própria casa. A obra, executada por ele mesmo, serviu para evitar o corte das raízes de sete árvores que ficam no trajeto. As tipuanas têm entre 15 e 20 metros de altura e estão no local desde a década de 1960.
Santos Filho recebeu, em janeiro, uma notificação da Prefeitura para concretar a calçada, que antes era de pedregulhos. Caso não colocasse concreto, ele seria multado. "A Prefeitura disse que a legislação municipal não permitia uma calçada como a minha. Me orientaram até sobre como retirar as raízes", disse. Ele criou uma forma de usar o concreto e ainda salvar as árvores.

Se as raízes fossem cortadas, disse ele, as árvores morreriam rapidamente. "Pedi um prazo para solucionar o problema, desenhei um projeto na minha prancheta com a ajuda da minha esposa e enviei para a Prefeitura. Eles liberaram a obra e ficaram de vir aqui para conhecê-la", disse o restaurador.
A calçada é feita de concreto armado e tem elevações para dar espaço para as raízes, que ficam à mostra. Em um dos pontos há uma rampa que chega a 55 centímetros de altura e para auxiliar os pedestres, os locais com desnível têm corrimões laterais. Todo o local foi pintado de vermelho, segundo o autor da obra, por opção estética. O objetivo é que as pessoas prestem atenção no desnível.
Santos Filho disse que gastou R$ 4 mil com a obra. "O preço para uma calçada normal não seria diferente. Acho que é uma questão de pensar em uma forma de não agredir a natureza. Como tenho conhecimento em engenharia e física, consegui projetar uma solução", completou.
Notícia extraída do site G1 Piracicaba e região

quinta-feira, 6 de março de 2014

E a árvores que precisam ser cortadas?

Hoje, o portal Paraná Online, publicou uma matéria sobre uma árvore que, por sua idade avançada, está colocando em risco a comunidade que está localizada a sua volta.
Os moradores já encaminharam pedidos aos Departamentos responsáveis, no entanto, não obtiveram nenhuma ação concreta para a solução do problema. O que nos leva a pensar: por que árvores saudáveis são cortadas todos os dias e aquelas que precisam ser cortadas não recebem atenção?


Confira a reportagem completa abaixo: 



Ipê Amarelo leva pânico para moradores do Guaíra



O Ipê Amarelo localizado em frente ao número 1420 da Rua Rio Grande do Norte, no Guaíra, se tornou motivo de preocupação para os moradores. A árvore foi plantada há 40 anos pelo pai da educadora Rosélis Vanessa Hornig, mas depois de tanto tempo dá sinais de que não deve resistir por muito anos. Rosélis conta que percebeu o problema há cerca de seis meses. “A árvore ficou muito grande. Há uns seis meses ela ficou arcada e começou a rachar.


Percebi quando estava ventando e ela começou a estalar. A árvore está bonita, mas por dentro o tronco está totalmente oco”, diz. “Nossa preocupação é a árvore cair, arrebentar os fios de luz e causar danos e acidentes. Queremos evitar uma tragédia”, afirma.



Desde então Rosélis fez solicitações à Copel e à prefeitura de Curitiba para que o Ipê fosse cortado, mas ainda não conseguiu resolver o problema. “Os Bombeiros disseram que só podem vir quando a árvore cair, a Copel só poda um pouquinho. E se eu cortar posso receber uma multa, então não podemos tomar as nossas providências”, reclama a educadora, que ainda acredita que, se morasse em outro bairro, a solução seria mais rápida. “Dá impressão de que está havendo um descaso. Se fosse no Batel ou no Ecoville funcionaria direito”.



Previsto

A assessoria de imprensa da Secretaria Municipal do Meio Ambiente informou que o protocolo mais recente, do dia 25 de fevereiro, foi registrado e está na fila para análise. A pasta tem o prazo de 30 dias para analisar a situação e dar um retorno a Rosélis. A Copel afirmou que dará hoje um retorno sobre a situação.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Árvores caem na folia

Enquanto todo mundo estava colocando seu bloco na avenida, as árvores passaram os quatro dias de folia sem proteção.

Durante épocas de feriado, a fiscalização diminui, o que possibilita aos que já declararam guera à natureza se aproveitarem da situação. Os horários depois das 18h também são os de maior risco, pois as Secretarias do Meio Ambiente, entre outros locais que recebem denúncias, fecham suas portas em consequência do menor contingente, temendo sofrer algum tipo de violação.

Neste último Carnaval, encontramos uma vítima na Rua Ludovico Geronasso, no Bairro Boa Vista. Uma árvore saudável e frondosa foi podada durante a noite, enquanto escolas de samba desfilavam, e carros alegóricos encantavam a multidão. 

Antes:


Depois:



A natureza está desprotegida o ano todo. Neste carnaval, as árvores caíram na folia, mas não foi por escolha própria, nem pelo bem comum.