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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Projeto que avalia espécies arbóreas para contenção de enchentes em cidades é instalado na UTFPR-DV

A partir desse mês, em projeto financiado pela Diretoria de Pesquisa e Pós-graduação/Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação e com bolsas de iniciação científica pela Fundação Araucária e Bolsa de Iniciação Tecnológica pelo CNPq (PIBITI), foi instalado, no Arboreto do Campus Dois Vizinhos, um estudo para avaliação da capacidade de algumas espécies arbóreas na interceptação de água da chuva e diagnosticar, com isso, o potencial dessas espécies para serem implantadas em cidades com finalidade, além de todos os benefícios ambientais que fornecem de interceptarem a água das chuvas em suas copas e direcionarem o excedente para infiltração no solo dos seus canteiros. Com isso, espera-se fornecer à sociedade um indicativo de espécies nativas regionais, adaptadas ao plantio em meio urbano e com maior potencial para essa finalidade. O projeto terá a duração inicial de 12 meses, onde serão computados os primeiros resultados conclusivos, mas segundo a coordenadora do projeto, Profª. Drª. Flávia Brun, do curso de Engenharia Florestal, as avaliações seguirão por mais tempo, com a inclusão de novas espécies na avaliação.
Segundo a Professora Flávia, as informações ofertadas à comunidade poderão embasar novos projetos de arborização em pequenas, médias e grandes cidades, visando, além dos demais benefícios ambientais e paisagísticos, também a preocupação com as enchentes, que causam grandes problemas, não somente econômicos, mas também verdadeiras tragédias.
Maiores informações sobre o projeto poderão ser obtidas pelo e-mail flaviag@utfpr.edu.br ou pelo telefone 3536-8412.
Notícia extraída do site da UTFPR
Fonte: Árvores Piracicaba

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Audiência Pública sobre a obra do Contorno Norte



A luta contra a obra do Contorno Norte de Curitiba continua.
O projeto a ser executado pela concessionária Autopista Régis Bittencourt, busca  ligar a Rodovia da Uva (PR-417) à BR-116. Para isso, a estrada passar e destruir a área densamente povoada da Colônia Faria, que ainda preserva alguns costumes dos imigrantes italianos; cortar a Área de Proteção Ambiental do Iraí, que abriga as nascentes dos Rios Iguaçu e Palmital, e um trecho de reserva legal pertencente à Embrapa Floresta.

Diversos protestos tem sido realizados há algum tempo, inclusive a petição online pelo AVAAZ, "NÃO à desastrosa rodovia". Que pode ser assinada aqui. 

O próximo passo que está sendo tomado, é uma Audiência Pública na Assembleia Legislativa do Paraná. Marcada para o dia 19 de fevereiro, será realizada das 9h às 13h. O objetivo é discutir traçado alternativos, que tenham menor impacto ambiental. Todos estão convidados a participar. No dia 19, sairá um ônibus da Igreja da Colônia às 8h. 

Você pode confirmar sua presença, além de fazer contato com outros participantes, pelo evento organizado no facebook. 

Confira o infográfico da Gazeta do Povo, sobre o trajeto:


terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Pesquisador britânico cria versões “desmatadas” de pinturas famosas

O desmatamento é um problema tão debatido que parece difícil falar sobre sem cair no senso comum. Entretanto, um pesquisador do Reino Unido o expõe de forma interessante: criando

versões de obras famosas retirando as árvores presentes nas telas originais.
“Eu amo florestas”. É assim que o professor Iain Woodhouse, da Universidade de Edimburgo, no Reino Unido, inicia sua descrição em um site da Escola de Geociência. Entre seus diversos projetos em torno das questões ambientais, ele desenvolve, junto com a artista Alice Ladenburg, obras que buscam representar visualmente a "perda".
“É relativamente fácil representar a importância de algo que está presente, mas como capturar ou expressar a importância de algo como o desmatamento? Não é fácil chamar a atenção do espectador sobre algo que não existe”, questiona o professor em seu blog Forest Planet.
Foi assim que ele recriou as obras "Oliveiras com o Céu Amarelo e o Sol", de Van Gogh, "A Carroça de Feno", de Constable, e "Uma Tarde de Domingo na Ilha de Grande Jatte", de Seurat.
Especialista no mapeamento por satélite de florestas, Woodhouse afirma que os atuais desafios enfrentados em consequência do desmatamento não serão resolvidos, simplesmente, medindo florestas e fazendo mapas. Para ele, é preciso buscar soluções inovadoras, o que exige criatividade. A arte é uma dessas maneiras.
“Não acho que a ciência e a arte são tão distantes como muitas pessoas pensam. Os melhores artistas e as melhores cientistas têm em comum uma curiosidade insaciável, um desejo de ir além dos pensamentos estabelecidos e a capacidade de ver o mundo de forma diferente”, esclarece o professor. “Eu dou a última palavra para Albert Einstein: ‘A imaginação é mais importante que o conhecimento’”, completa.Veja abaixo obras originais e as versões de Iain Woodhouse:
"A Carroça de Feno" - Constable


"Uma Tarde de Domingo na Ilha de Grande Jatte" - Seurat


"Oliveiras com o Céu Amarelo e o Sol" - Van Gogh




Via Árvores de Piracicaba