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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Embaúba, uma árvore que cresce muito rápido, alimenta a fauna e é ótima no paisagismo

Encontramos um relato e dica do Ricardo Cardim, no blog Arvores de São Paulo que é muito interessante, por isso o reproduzimos em completo aqui:
Há exatamente um ano destampei o quintal de cimento de uma casa da década de 1940 e formei um pequeno canteiro para permeabilizar a área e torná-la mais agradável. Porém não havia tempo para esperar a tão necessária sombra e enverdecimento do local, já que começava a ficar insuportável o aumento da temperatura em novembro.
O desafio era achar uma espécie boa para espaços pequenos, com raízes profundas, que crescesse rápido e fosse nativa na vegetação original da cidade de São Paulo. Observando os trechos de Mata Atlântica sobreviventes na metrópole vi que a embaúba (Cecropia sp.) parecia atender as expectativas.
Comprei uma franzina muda de embaúba com 1,50 m e a plantei com um substrato rico em nutrientes. O resultado foi impressionante. Depois de 12 meses, a muda virou uma imponente árvore, com quase 6 metros de altura e uma ampla copa de 4 metros de diâmetro, repleta de seus frutos em forma de “mãozinhas” que atraem diversas espécies como abelhas indígenas.
A embaúba, uma espécie pioneira, pode ser ótima solução em locais ensolarados ou com meia-sombra onde precisa-se de rápidos resultados, mas tem uma vida curta (25 anos) e deve ser acompanhada de outras espécies mais longevas para um projeto mais durável. No quintal, um araçá-da-mata (Psidium cattleianum) a acompanha bem próximo, mas somente agora chegou nos 2 metros de altura. Comparando, a embaúba cresceu em um ano mais de 5 metros e o araçá somente 0,5 metro nas mesmas condições.
Quintal recém destampado em novembro de 2012, permitindo a terra receber sol depois de 70 anos impermeabilizada.
A embaúba em dezembro de 2012, um mês depois de plantada, já com as folhas mais vigorosas. No seu lado esquerdo, a muda de folhas menores é o araçá.

A mesma embaúba em novembro desse ano, com ampla copa e muita sombra e vida para o local.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Encontro Cívico de Ocupação Parque do Gomm


Há algum tempo tem sido debatida a preservação de uma área ambiental pública, localizada no bairro Batel. No entanto, há um projeto aguardando a aprovação da Prefeitura de Curitiba, para que este espaço seja transformado em rua. Esta, seria uma solução para o trânsito causado na região após a construção de um shopping de luxo.
No último fim de semana, um grupo de pessoas conscientes se reuniu em uma forma de ocupação pacífica. Para integrar o parque e a natureza ao cotidiano dos curitibanos, além de unir mais uma vez, mentes pensantes em prol do meio ambiente.




Confira a explicação completa, com a foto ilustrativa:

A área marcada com o número "2" é - com exceção da casa estadual - INTEGRALMENTE COMPOSTA POR ÁREA PÚBLICA MUNICIPAL, DOADA AO MUNICÍPIO PELO GRUPO SOIFER em meados de 2000. É este o núcleo do parque que solicitamos seja criado, sem nenhuma rua passando no meio e integrado paisagisticamente à casa. Nos descampados, jardins e equipamentos de lazer. Bosque preservado. Parque para os curitibanos. Pequeno, mas do povo.

Uma segunda discussão é a ampliação do complexo com os imóveis marcados com "3", todos do Grupo Soifer e VAGOS (tudo que está ali já foi demolido), mediante NOVAS DOAÇÕES E COMPENSAÇÕES - já que até agora as compensações negociadas não compensam a cidade, mas apenas o shopping com facilitações viárias. Há uma quarta área no item "3" (lote vago nos fundos de uma casa comercial na Carmelo Rangel), cuja desapropriação também poderia ser cogitada.
Com a integração ecológica ao pequeno bosque vizinho "4", teremos UM BELO PARQUE CENTRAL formado pelos itens "5". Não é o parque de 1987 que perdemos - mas já serve como símbolo da retomada urbanística de Curitiba.



Você também pode contribuir:
Assinando o abaixo-assinado do Parque Gomm: 
Escrevendo  "REVOGUE A RUA E CRIE O PARQUE, FRUET" no mural da Prefeitura no Facebook
Curtindo e participando da página Salvemos o Bosque da Casa Gomm no facebook,

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Distrito Federal preserva suas árvores durante obras em rodovia


Em Brasília, o cuidado com as árvores da região é um exemplo de deveria ser copiado por todas as capitais brasileiras.

Nas obras de uma rodovia, em que diversas grandes árvores estão plantadas, a empresa responsável pelo projeto está retirando uma a uma, da raiz à copa, e as colocando em outro local até o fim das obras, quando elas retornarão a sua habitação inicial.

O objetivo é salvar o maior número de árvores possível, embora elas estejam sofrendo um grande estresse com a poda extrema, feita para prevenir fungos, e o transporte, é uma tentativa notável de ao menos tentar não acabar com a vegetação urbana.



É possível crescer e se desenvolver sem destruir a natureza, e agora o Distrito Federal é uma prova disso.

Assista a reportagem completa no link: http://goo.gl/27jT0k