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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Seis grandes marcas que tem atitudes sustentáveis


Algumas empresas não necessariamente estão voltadas para os negócios ambientalmente corretos, e em alguns casos parecem até caminhar na contramão dessa ideia, mas há companhias que têm adotado boas práticas a fim de minimizar os impactos causados por suas atuações. Essas iniciativas incluem, por exemplo, o uso de energia renovável e a redução de recursos naturais como a água.
O site Planet Save listou seis marcas que você deve conhecer e suas atitudes eco-friendly:

  • Nike
A multinacional com sede na Holanda reduziu sua pegada de carbono em 80% desde 1999 e usa energia geotérmica (proveniente do calor interno da Terra).


  •  Johnson & Johnson
Hoje a multinacional voltada para higiene pessoal tem sua produção proveniente de fontes limpas, pois mais da metade do trabalho na indústria usa alguma fonte renovável. Além disso, tornou-se a segunda maior indústria consumidora desse tipo de energia nos Estados Unidos.



  • Philips Electronics

Além de se esforçar para Philips aumentar drasticamente a sua eficiência energética em seu processo de produção, a Phillips também investe milhares de milhões de euros em investigação sobre sustentabilidade e repasse tal conheicmento aos seus fornecedores, de modo que cada empresa na Terra possa algum dia ser tão eco-friendly como ela está tentando ser.



  •  Dell
Em 2008, a Dell prometeu que iria reduzir suas emissões totais de produção em 40% até o final de 2015. Com apenas dois anos para esse prazo, a norte-americana vai chegar facilmente a sua meta, porque já reduziu 38%.


  • Tupperware
Iniciativas para reduzir a poluição, economizar energia e reciclar são rotineiras no processo de produção Tupperware. Políticas ambientais muito rígidas são aplicadas em suas fábricas ao redor do mundo, e o retorno do investimento ambiental é extraordinário.



  •  IBM
Além de se destacar na promoção de cidades inteligentes, com sistemas interligados para a redução de energia, a multinacional de tecnologias da informação melhorou sua eficiência energética em 40%, entre 1990 e 2000, o que inclui a energia utilizada para a fabricação de equipamentos.


Fonte: ECO D

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